Abril 2019
Movimento Católico de Evangelização para reavivar e desenvolver a vida cristã-batismal na perspectiva do seguimento de Jesus Cristo.

Deus deseja derramar a Sua misericórdia sobre ti! 
Deixe-se alcançar pela Misericórdia Divina! 

Participe do Marana Tha!


Dia 27 de Abril, às 19h, no DJC Cascavel

Morada Leste, Vizinho ao Posto de Gasolina
Movimento Católico de Evangelização para reavivar e desenvolver a vida cristã-batismal na perspectiva do seguimento de Jesus Cristo.
DJC Cascavel servindo à Igreja de Jesus no momento de Adoração ao Santíssimo na Capela da Cohab.





Movimento Católico de Evangelização para reavivar e desenvolver a vida cristã-batismal na perspectiva do seguimento de Jesus Cristo.
Usando de um amor incondicional, Ele nos olhou e "Misericordiando" nos escolheu. Nos olhou do lugar onde estávamos, com a vida que levávamos, assim como fez com Mateus, o coletor de impostos.  Nos chamando pelo nome, fez com que se manifestasse em nós Sua Misericórdia infinita, nos fazendo envergonhar o inferno.

Dia 27 de abril

No DJC Antônio Bezerra

A partir das 17h

Participe conosco! P
Movimento Católico de Evangelização para reavivar e desenvolver a vida cristã-batismal na perspectiva do seguimento de Jesus Cristo.



O maior acontecimento da História da humanidade é a Encarnação, Vida, Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, o Filho de Deus feito homem.

Nada neste mundo supera a grandiosidade deste acontecimento. Os grandes homens e as grandes mulheres, sobretudo os Santos e Santas se debruçaram sobre este acontecimento e dele tiraram a razão de ser de suas vidas.

Depois da Encarnação e Morte cruel de Jesus na Cruz, ninguém mais tem o direito de duvidar do amor de Deus pela humanidade. Disse o próprio Jesus que “Deus amou a tal ponto o mundo que deu o seu Filho Único para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna.” (Jo 3,16)

São Paulo explica a grandeza desse amor de Deus por nós com as palavras aos romanos:

“Mas eis aqui uma prova brilhante de amor de Deus por nós: quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós… Se, quando éramos ainda inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, com muito mais razão, estando já reconciliados, seremos salvos por sua vida.” (Rm 5,8-10)

Cristo veio a este mundo para nos salvar, para morrer por nós. Deus humanado morreu por nós. O que mais poderíamos exigir de Deus para demonstrar a nós o seu amor? Sem isto a humanidade estaria definitivamente longe de Deus por toda a eternidade, vivendo o inferno, a separação de Deus. Por quê?

Porque o homem pecou e peca, desde os nossos primeiros antepassados; e o pecado é uma ofensa grave a Deus, uma desobediência às suas santas Leis que rompe nossa comunhão com Ele; e esta ofensa se torna infinita diante da Majestade de Deus que é infinita. Por isso, diante da Justiça de Deus, somente uma reparação de valor Infinito poderia reparar essa ofensa da humanidade a Deus. E, como não havia um homem sequer capaz de reparar com o seu sacrifício esta ofensa infinita a Deus, então, o próprio Deus na Pessoa do Verbo veio realizar essa missão.

Não pense que Deus seja malvado e que exige o Sacrifício cruento do Seu Filho na Cruz, por mero deleite ou para tirar vingança da humanidade. Não, não se trata disso. Acontece que Deus é Amor, mas também é Justiça. O Amor é Justo. Quem erra deve reparar o seu erro; mesmo humanamente exigimos isto; esta lei não existe no meio dos animais. Então, como a humanidade prevaricou contra Deus, ela tinha de reparar essa ofensa não simplesmente a Deus, mas à Justiça divina sob a qual este mundo foi erigido. Sabemos que no Juízo Final Deus fará toda justiça com cada um; cada injustiça que nos foi feita será reparada no Dia do Juízo.

Nisto vemos o quanto Deus ama, valoriza, respeita o homem. O Verbo divino se apresentou diante do Pai e se ofereceu para salvar a sua mais bela criatura, gerada “à sua imagem e semelhança” (Gn 1,26).

A Carta aos Hebreus explica bem este fato transcendente:

“Eis por que, ao entrar no mundo, Cristo diz: Não quiseste sacrifício nem oblação, mas me formaste um corpo. Holocaustos e sacrifícios pelo pecado não te agradam. Então eu disse: Eis que venho (porque é de mim que está escrito no rolo do livro), venho, ó Deus, para fazer a tua vontade (Sl 39,7ss). Disse primeiro: Tu não quiseste, tu não recebeste com agrado os sacrifícios nem as ofertas, nem os holocaustos, nem as vítimas pelo pecado (quer dizer, as imolações legais). Em seguida, ajuntou: Eis que venho para fazer a tua vontade. Assim, aboliu o antigo regime e estabeleceu uma nova economia. Foi em virtude desta vontade de Deus que temos sido santificados uma vez para sempre, pela oblação do corpo de Jesus Cristo. Enquanto todo sacerdote se ocupa diariamente com o seu ministério e repete inúmeras vezes os mesmos sacrifícios que, todavia, não conseguem apagar os pecados, Cristo ofereceu pelos pecados um único sacrifício e logo em seguida tomou lugar para sempre à direita de Deus.” (Hebreus 10,5-10)

A Semana Santa celebra todos os anos este acontecimento inefável: a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo para a salvação da humanidade; para o seu resgate das mãos do demônio, e a sua transferência para o mundo da luz, para a liberdade dos filhos de Deus. Estávamos todos cativos do demônio, que no Paraíso tomou posse da humanidade pelo pecado. E com o pecado veio a morte (Rm 6,23).

Mas agora Jesus nos libertou; “pagou o preço do nosso Resgate”. Disse São Paulo: “Sepultados com ele no batismo, com ele também ressuscitastes por vossa fé no poder de Deus, que o ressuscitou dos mortos. Mortos pelos vossos pecados e pela incircuncisão da vossa carne, chamou-vos novamente à vida em companhia com ele. É ele que nos perdoou todos os pecados, cancelando o documento escrito contra nós, cujas prescrições nos condenavam. Aboliu-o definitivamente, ao encravá-lo na cruz. Espoliou os principados e potestades, e os expôs ao ridículo, triunfando deles pela cruz. (Col 2,12-14)

Quando fomos batizados, aplicou-se a cada um de nós os efeitos da Morte e Ressurreição de Jesus; a pia batismal é portanto o túmulo do nosso homem velho e o berço do nosso homem novo que vive para Deus e sua Justiça. É por isso que na Vigília Pascal do Sábado Santo renovamos as Promessas do Batismo.

O cristão que entendeu tudo isso celebra a Semana Santa com grande alegria e recebe muitas graças. Aqueles que fogem para as praias e os passeios, fazendo apenas um grande feriado, é porque ainda não entenderam a grandeza da Semana Santa e não experimentaram ainda suas graças. Ajudemos essas pessoas a conhecerem tão grande Mistério de Amor.

O católico convicto celebra com alegria cada função litúrgica do Tríduo Pascal e da Páscoa. Toda a Quaresma nos prepara para celebrar com as disposições necessárias a Semana Santa. Ela se inicia com a celebração da Entrada de Jesus em Jerusalém, o Domingo de Ramos. O povo simples e fervoroso aclama Jesus como Salvador. O povo grita “Hosana!”, “Salva-nos!”; Ele é Redentor do homem. Nós também precisamos proclamar que Ele, e só Ele, é o nosso Salvador (cf. At 4,12).

Na Missa dos Santos Óleos (Manhã da Quinta-feira Santa, na Catedral) a Igreja celebra a Instituição do Sacramento da Ordem e a bênção dos santos óleos do Batismo, da Crisma e da Unção dos Enfermos. Na Missa do Lava-pés, na noite da Quinta-feira Santa (Na Matriz da Paróquia), a Igreja celebra a Última Ceia de Jesus com os Apóstolos onde Ele instituiu a Sagrada Eucaristia e deu suas últimas orientações aos Apóstolos.

Na Sexta-Feira Santa a Igreja guarda o grande silêncio diante da celebração da morte do seu Senhor. Às três horas da tarde é celebrada a Paixão e Morte do Senhor. Em seguida, a Procissão do Senhor Morto por cada um de nós. Cristo não está morto, e nem morre outra vez, mas celebrar a sua Morte é participar dos frutos da Redenção.

Na Vigília Pascal a Igreja canta o “Exultet”, o canto da Páscoa, a celebração da Ressurreição do Senhor que venceu a morte, a dor, o inferno, o pecado. É o canto da Vitória. “Ó morte onde está o teu aguilhão?”

A vitória de Cristo é a vitória de cada um de nós que morreu com Ele no Batismo e ressuscitou para a vida permanente em Deus; agora e na eternidade.

Celebrar a Semana Santa é celebrar a vida, a vitória para sempre. É recomeçar uma vida nova, longe do pecado e em comunhão mais intima com Deus. Diante de um mundo carente de esperança, que desanima da vida porque não conhece a sua beleza, celebrar a Semana Santa é fortalecer a esperança que dá a vida. O Papa Bento XVI disse em sua encíclica “Spe Salvi”, que sem Deus não há esperança; e sem esperança não há vida.

Esta é a Semana Santa que o mundo precisa celebrar para vencer seus males, suas tristezas, suas desesperanças.
Prof. Felipe Aquino



Movimento Católico de Evangelização para reavivar e desenvolver a vida cristã-batismal na perspectiva do seguimento de Jesus Cristo.



Padre Fabían 


Sugestões para viver melhor o sacramento da Reconciliação

Muitas pessoas buscam a confissão sem antes ter examinado profundamente sua consciência. E assim, perdem a oportunidade de um perdão total e a graça que renova até as raízes da existência.

Examinar a consciência para pedir perdão a Deus pelos pecados cometidos é, em primeiro lugar, colocar-se diante dele para que a sua misericórdia nos toque e, tocados pelo amor do Deus que perdoa, abrir-se ao arrependimento e ao perdão.

As sugestões a seguir são uma ajuda para quem pretende se confessar de maneira profunda, mas sempre partindo da graça de Deus, que nos leva à contrição.

Antes de fazer este exame de consciência, precisamos nos colocar na presença de Deus para orar com confiança ao Senhor, pedindo-lhe que nos ilumine, que nos faça reconhecer sua misericórdia, conscientizar-nos de que Ele nos livrou da escravidão do pecado pela morte na cruz e, assim, que reconheçamos os nossos pecados.

Depois desta oração inicial, podemos nos perguntar sobre a nossa vida e nossos atos concretos do cotidiano. As perguntas a seguir podem ser uma guia neste exame pessoal:

1º mandamento: Amar a Deus sobre todas as coisas

Este mandamento nos pede que, antes de tudo e em todas as coisas, elevemos nosso olhar a Deus, ao Pai que nos conduz com amor providente, ao Filho que deus sua vida por nós, para que vivamos nele, e ao Espírito Santo, que nos orienta na vida cristã.

Pequei contra a fé, duvidando de alguma(s) de suas verdades? Neguei Deus, a Igreja, os santos ou alguma outra verdade do nosso Credo? Rejeitei Deus ou a Igreja na frente dos outros? Deixei de ter esperança na minha salvação ou abusei da confiança em Deus, pensando que posso me salvar mesmo levando uma vida de pecado, ou sem esforço para buscar a santidade?

Murmurei interiormente ou manifestei minha rebeldia contra Deus quando me aconteceu algo ruim ou não recebi o que esperava? Descuidei da vida de oração, rezei com preguiça e descuido, deixando as coisas de Deus de lado? Procurei crescer na minha formação cristã, para conhecer e amar mais a Deus?

Fui supersticioso, seguindo horóscopos, frequentando o espiritismo ou demais práticas que não são da Igreja? Guardei o devido respeito e uso com devoção e fé os objetos que manifestam Deus e os santos, como imagens impressas, o terço, o crucifixo, a água benta? Participei de seitas?

2º mandamento: Não tomar seu santo nome em vão

Este mandamento me pede sumo respeito pelo nome de Deus e por tudo aquilo que é dele.

Blasfemei? Fiz isso na frente dos outros? Fiz algum voto, juramento ou promessa a Deus e depois não cumpri? Jurei em falso? Jurei sem necessidade, sem prudência ou por coisas sem importância? Usei objetos sagrados ou temas religiosos para fazer brincadeiras e piadas?

3º mandamento: Guardar domingos e festas de preceito

Participei da Missa aos domingos e festas de preceito? Cheguei tarde ou fiquei distraído? Impedi que alguém fosse à Missa (por exemplo, os filhos, por não levá-los)? Trabalhei sem necessidade ou fiz outras pessoas trabalharem aos domingos, impedindo de participar da Missa, descansar, estar em família e dedicar-se à oração?

Dedico o domingo a Deus, à minha família, ao crescimento espiritual? Guardo abstinência ou faço alguma penitência às sextas-feiras? Sei me mortificar ou fazer penitência pelo bem dos outros e para o meu crescimento espiritual, de acordo com as indicações do meu confessor ou pai espiritual? Confesso-me com a devida frequência? Participo das celebrações da Semana Santa e da Páscoa?

4º mandamento: Honrar pai e mãe

Este mandamento nos convida a obedecer à autoridade legítima, expressar respeito e gratidão aos meus pais, docentes e governantes em geral.

Desobedeci aos meus pais? Tenho um critério desordenado de independência pessoal, que me leva a rejeitar as indicações dos meus pais só porque eles me dizem? Eu os entristeço com minhas rebeldias e caprichos? Cheguei a insultá-los ou lhes desejei algum mal? Fui responsável diante dos meus pais ou daqueles que me ajudam, pelo esforço que fazem pela minha educação, ou desperdicei o tempo e o dinheiro investidos na minha formação?

Deixei de ajudar meus pais, avós ou familiares em situações de necessidade? Fui egoísta em minha família, brigando com os meus irmãos e familiares? Estou atento aos outros para ajudá-los? Ajudo minha família a crescer na doação fraterna? Dei mal exemplo? Dei broncas arbitrárias e infundadas nos meus filhos? Ameacei meus filhos, bati neles ou os ameacei de alguma maneira? Preocupei-me com sua educação, também na fé, com minha palavra e exemplo? Fiquei atento às necessidades dos meus filhos, às suas amizades, saídas e diversões?

5º mandamento: Não matar

Procurei evitar a inimizade, o ódio e o rancor com relação às pessoas? Deixei de falar com alguém, de cumprimentar, rejeitei a reconciliação ou não fiz nada para consegui-la? Alegrei-me pelo mal do outro ou me entristeci pelo seu bem? Deixei-me levar pela ira ou pela raiva? Tirei sarro, critiquei, falei mal dos outros?

Fui imprudente ao dirigir ou não respeitei as normas de trânsito? Maltratei os outros com palavras ou atos? Fui mal-educado ou grosseiro no trato com as pessoas? Cheguei a ferir ou tirar a vida do próximo? Pratiquei ou colaborei em um ato de aborto? Recomendei o aborto, mesmo sabendo que é um pecado muito grave, que implica na excomunhão?

Cuidei da minha saúde e da de aqueles que estão sob meus cuidados? Comi ou bebi em excesso, colocando minha saúde em risco? Consumi drogas? Escandalizei outras pessoas com minhas atitudes, palavras ou brincadeiras, por falta de pudor ou por convidá-las a espetáculos ou leituras prejudiciais? Fui negligente no trabalho ou deixei de fazer o que deveria? Isso prejudicou alguém?

6º mandamento: não pecar contra a castidade

Utilizei minha sexualidade – dom de Deus para comunicar o amor – para a busca egoísta do próprio prazer? Cultivei pensamentos impuros? Meu namoro foi sério e responsável, como busca de amadurecimento no amor para formar uma família ou busquei um prazer egoísta? Fui fiel? Tive relações sexuais pré-matrimoniais ou extramaritais? Procurei conhecer e crescer nas virtudes que me ajudam a viver a castidade, a fidelidade e a respeitar as pessoas em sua dimensão sexual? Usei anticoncepcionais para evitar engravidar? Permiti uma esterilização para não ter mais filhos?

7º mandamento: não roubar

Roubei dinheiro ou algum objeto? Ajudei outros a roubarem? Foram objetos de valor ou uma quantidade considerável de dinheiro? Emprestei algo e não devolvi? Prejudiquei outros com enganos ou trapaças nos contratos? Cobrei mais que o devido? Gastei mais do que podia? Cumpri responsavelmente meu trabalho, ganhando com justiça meu salário? Retive ou atrasei o pagamento do salário de outros?

Cumpri as leis sociais? Paguei meus impostos? Tendo cargos de gestão e serviço público, aceitei dinheiro para favorecer um trâmite? Apoiei ou guardei silêncio frente a delitos, imoralidades e outros abusos na função pública ou na ação política? Gastei o dinheiro em coisas supérfluas, como jogos, bebidas, gostos pessoais, deixando de dar atenção à minha família e às minhas outras responsabilidades? Oferecei ajuda para sustentar as celebrações na Igreja, na medida das minhas possibilidades?

8º mandamento: Não levantar falso testemunho

Este mandamento nos convida a ser sinceros com os outros, conosco mesmos, e que as nossas palavras sempre expressem a verdade.

Eu menti? Menti habitualmente em coisas sem importância, para ficar bem ou para solucionar situações? Revelei indevidamente os defeitos de outras pessoas? Menti sobre os defeitos ou supostas ações ruins de outros para desqualificá-los? Deixei de defender o próximo quando deveria fazê-lo? Fiz juízos temerários, murmurei ou falei mal dos outros? Revelei segredos? Rompi o sigilo profissional? Desvirtuei a informação para proveito pessoal ou por outros interesses? Reparei o dano que minhas revelações causaram? Escutei conversas alheias? Coloquei em prática a correção fraterna ainda quando me custava?

9º mandamento: Não desejar a mulher do próximo

Cultivei o sentimento de desejo por outra pessoa? Não fui fiel interiormente à aliança celebrada com minha esposa ou esposo? Mantive amizades que são ocasião de pecado? Não procurei soluções para situações ou companhias que são causa de pecado para mim? Fiquei provocando os outros com minha falta de pudor? Tentei seduzir alguém comprometido?

10º mandamento: Não cobiçar as coisas alheias

Busquei me enriquecer indevidamente? Cultivei o sentimento de inveja? Tentei prejudicar os outros em seus empreendimentos? Quis ter o que outros têm, sem aceitar o que possuo para o meu bem e para o bem da minha família? Tive um espírito de lucro desordenado? Pretendi adquirir bens ou dinheiro imediatamente, recorrendo a meios ilícitos ou imorais?


Fonte: Aleteia

Movimento Católico de Evangelização para reavivar e desenvolver a vida cristã-batismal na perspectiva do seguimento de Jesus Cristo.
"Nem só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus." Lc 4