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Movimento Católico de Evangelização para reavivar e desenvolver a vida cristã-batismal na perspectiva do seguimento de Jesus Cristo.
Tema: O Amor de Deus nos Santifica.
Pregação: Joel
Palavra: I Pedro 1, 13-ss
" Sede Santo essa é minha vontade, Sede Santo é o que eu mais quero"











Movimento Católico de Evangelização para reavivar e desenvolver a vida cristã-batismal na perspectiva do seguimento de Jesus Cristo.

#Reavivamento no Espírito Santo (Seminário de Vida no Espírito Santo)



4ª Vivência: O amor de Deus santifica



Seguem as leituras para você fazer a meditação orante da Palavra de Deus cada dia da semana:

1º Dia: 1ª Coríntios 2,10-16

2º Dia: 2ª Pedro 1,3-15

3º Dia: 2ª Coríntios 5,17-21

4º Dia: Romanos 6,17-23

5º Dia: Ezequiel 9

6º Dia: 1ª Pedro 1,13-25

7º Dia: João 15,18-25

Você pode pegar um caderninho e anotar o Rema de cada leitura, aquilo que Deus lhe falou em sua meditação!


Ou melhor ainda, você pode adquirir o Temário do Reavivamento no Espírito Santo, nele você encontra as leituras para cada dia da semana e também as formações de cada Vivência para ruminar e se aprofundar mais ainda no amor de Deus!


 Onde posso adquirir o meu temário?

Em qualquer sede do Discipulado de Jesus Cristo! Entre em contato conosco!

Se você mora em Cascavel e deseja fazer este Reavivamento pessoalmente, basta ir até nossa sede, localizada no Morada Leste, vizinho ao Posto de Gasolina!

Sábado, 07 de setembro, às 19h, faremos a 5ª Vivência: O amor de Deus redime!

Participe!

Compartilhe e Evangelize!

Movimento Católico de Evangelização para reavivar e desenvolver a vida cristã-batismal na perspectiva do seguimento de Jesus Cristo.

#Reavivamento no Espírito Santo (Seminário de Vida no Espírito Santo)




3ª Vivência: O amor de Deus redime


Seguem as leituras para você fazer a meditação orante da Palavra de Deus cada dia da semana:

1º Dia: Lucas 23,26-49

2º Dia: Isaías 53,1-12

3º Dia: Salmo 51

4º Dia: Gálatas 3,1-14

5º Dia: Romanos 3,21-26

6º Dia: Romanos 6,1-11

7º Dia: Efésios 1,3-14

Você pode pegar um caderninho e anotar o Rema de cada leitura, aquilo que Deus lhe falou em sua meditação!


Ou melhor ainda, você pode adquirir o Temário do Reavivamento no Espírito Santo, nele você encontra as leituras para cada dia da semana e também as formações de cada Vivência para ruminar e se aprofundar mais ainda no amor de Deus!


 Onde posso adquirir o meu temário?

Em qualquer sede do Discipulado de Jesus Cristo! Entre em contato conosco!

Se você mora em Cascavel e deseja fazer este Reavivamento pessoalmente, basta ir até nossa sede, localizada no Morada Leste, vizinho ao Posto de Gasolina!

Sábado, 31 de agosto, às 19h, faremos a 4ª Vivência: O amor de Deus redime!

Participe!

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Movimento Católico de Evangelização para reavivar e desenvolver a vida cristã-batismal na perspectiva do seguimento de Jesus Cristo.

“Fazei isto em memória de Mim”

Adoração e contemplação de Jesus Sacramentado no DJC Canindezinho.

A Eucaristia faz a Igreja mediante a contemplação


Eucaristia e contemplação foram vistas, por vezes, como duas vias distintas e quase paralelas à perfeição cristã.

1ª via: mistérica ou objetiva (dá primazia aos sacramentos).
2ª via: mística ou subjetiva (primazia à contemplação). 

É chegado o momento de fazer a síntese. Os sacramentos e a vida de oração não são duas vias diversas, mas interdependentes e intimamente ligadas entre si.

Na base de tudo está a vida sacramental, pois nos coloca de modo imediato e objetivo com a salvação em Jesus. Mas sozinha ela não é suficiente para prosseguir na vida espiritual. É necessário que se junte à vida sacramental uma vida interior de contemplação. 

A contemplação é o meio com o qual recebemos, em sentido pleno, os mistérios, o meio com o que os interiorizamos e nos abrimos à sua ação, plasmando nossa vida interior: pensamentos, afetos, vontade e memória. Depois que a vida divina sacramental ser assimilada na contemplação, ela vai se exprimir também em ações, no exercício das virtudes, sobretudo a caridade.

São Gregório: “São três os elementos que manifestam e distinguem a vida do cristão: a ação, a palavra e o pensamento. O primeiro deles é o pensamento, depois vem a palavra que abre e manifesta mediante vocábulos o que foi concebido com a mente; depois, em terceiro lugar, coloca-se a ação que traduz em fatos aquilo que alguém pensou. A perfeição da vida cristã consiste na assimilação a Cristo plenamente, primeiro no âmbito interior do coração, depois no âmbito exterior da ação”. Como não há ação humana que não brote do pensamento (e se há, não tem valor, ou é muito perigoso), assim não há virtude cristã que não brote da contemplação.

A contemplação é a via obrigatória para passar da comunhão com Cristo na Missa, para a imitação de Cristo na vida. A via da perfeição vai dos sacramentos à contemplação, e da contemplação à ação: um único caminho de santidade!

1.  A memória constante de Cristo.

Para assimilarmos Jesus não basta comer o seu corpo e beber o seu sangue. É necessário também contemplar esse mistério. Existe uma grande afinidade entre Eucaristia e Encarnação. 

Na Encarnação Maria concebeu o Verbo primeiro com a mente do que com o corpo (Sto. Agostinho). Maria depois da Encarnação estava cheia de Jesus, pensando nele, esperando-O. Ela é o modelo de contemplação eucarística, pois assim deve se comportar o cristão depois de receber Jesus na Eucaristia. Também ele deve acolher Jesus na sua mente depois de tê-lo acolhido em seu corpo. Conceber significa acolher em si mesmo. Lembrarmo-nos de Cristo, fazer memória d’Ele!

Jesus disse ao instituir a Eucaristia: “Fazei isto em memória de Mim”(Lc 22,19). O memorial eucarístico tem um sentido teológico: lembrar Jesus ao Pai. Lembrá-lo do que Jesus fez por nós e por ele perdoar-nos e abençoar-nos. No Antigo Testamento o povo lembrava Deus dos seus servos Abraão, Isaac, Jacó, etc Na Nova Aliança lembramos Jesus a Deus Pai. As orações eucarísticas são uma anamnese (sobretudo a IV), isto é, fazem memória ao Pai de Jesus Cristo. Narram com uma maravilhosa ingenuidade (como se o Pai não soubesse), aquilo que o seu Filho disse e fez por nós.

Em sentido antropológico, o memorial eucarístico consiste em recordar Jesus não ao Pai, mas a nós mesmos. Devemos fazer da lembrança de Jesus a nossa alegria e a nossa força, como Isaías dizia a Deus: “A nossa alma suspira pelo teu nome e pela tua lembrança”(Is 26,8).

A recordação ao apresentar-se à mente, tem o poder de catalisar todo o nosso mundo interior e encaminhá-lo para o objeto da lembrança, sobretudo se este não é uma coisa, mas uma pessoa, e uma pessoa amada. Quando uma mãe se lembra do seu bebê em casa, tudo dela voa para ele, um ímpeto materno de ternura sai das suas vísceras e vela-lhe os olhos de lágrimas. “Quando me lembro de Ti, no meu leito, passo vigílias a meditar em Ti... à sombra das tuas asas, eu grito de alegria”(Sl 63,7).

A memória é uma das faculdades mais misteriosas e mais grandiosas do espírito humano. Tudo que vimos e ouvimos está registrado ali, um “seio” imenso que não ocupa espaço, prontos a acordar e a vir à luz obedecendo a um simples sinal da vontade.

Para Sto. Agostinho a memória era sinal e vestígio da SS. Trindade. “É grande esta faculdade da memória, imensamente grande, ó meu Deus; é o íntimo imenso e infinito... Quem poderá tocar-lhe o fundo? Faz-nos vir, de certo modo, vertigens... Desde o momento em que Vos conheci, Vós habitais na minha memória e é aqui que Vos encontro quando me recordo e me alegro em Vós”. Deus, que os céus dos céus não podem conter, está encerrado na memória do homem!

Recordar (latim recordari = subir de novo ao coração), não é atividade só do intelecto, mas também da vontade e do coração. Recordar é pensar com amor. Jesus atribui ao Espírito Santo o fato de nos podermos lembrar d’Ele (Jo 14,26).

Para realizar de verdade a transformação do nosso coração, os Padres dizem que a contemplação dos mistérios de Deus deve ser assídua. Como o fogo não queima o que só toca, um pensamento intermitente não pode predispor o coração para nenhuma paixão; é necessário um certo tempo, longo e contínuo (N. Cabasilas).

Devemos então desejar chegar ao ponto em que a recordação de Jesus se insinue e circule através dos nossos pensamentos, como o mel nos favos. E está ao alcance normal de todos! Muitas almas, mesmo aquelas que vivem no mundo, fizeram essa experiência, pelo menos durante longos períodos. (Não se pode pretender vir a ter, na terra, essa recordação contínua de maneira permanente e inalterada). 

Esta recordação, especialmente no começo, é facilitada pela repetição mental, ou à flor dos lábios, de uma palavra, como a invocação prolongada do nome de Jesus. É quase incrível a eficácia deste meio tão simples. O motivo está em que o nome de Jesus não é apenas um “nome”; nele se encerra o mistério e o poder da pessoa de Cristo. A invocação do nome de Jesus serve, sobretudo, para matar ao nascer os pensamentos de orgulho, de autocomplacência, de ira, os pensamentos impuros e, também, para potenciar os bons pensamentos.

A repetição do nome de Jesus serve para quebrar o fio do pensamento mau ou inútil e introduzir em nós “os sentimentos que havia em Cristo Jesus” (Fl 16,23). Assim habitua-se a “pensar nas coisas de Deus, e não nas coisas dos homens” (Mt 16,23) e o seu coração fica puro. O que de fato mancha o nosso coração é, sobretudo, a procura de nós mesmos, da nossa glória.

Mas... o homem que contempla a Deus vira as costas para si mesmo. Quem contempla não se contempla!

2. A adoração diante do SS.mo Sacramento

Uma primeira forma de contemplação eucarística é a própria liturgia da Palavra da Missa. Ela sempre traz à memória um aspecto da salvação e desta forma ilumina a Eucaristia, prepara a mesa do pão, suscita o desejo, aumenta o sabor de Cristo, como aconteceu em Emaús.

Outra forma de contemplação eucarística é o tempo dedicado à preparação e à ação de graças, antes e depois da comunhão. Mas a forma por excelência é a adoração silenciosa diante do SS.mo Sacramento. Pode-se mesmo contemplar Jesus-Eucaristia de longe, no sacrário da própria mente, como fazia São Francisco.

Mas a contemplação feita na presença real de Cristo, diante das Espécies que O contêm, acrescenta algo que nos ajuda. É como lareira sempre acesa a nos aquecer na casa de Deus.

Mas se antes a piedade eucarística se desgastou devido à rotina e ao ritualismo, é necessário agora retomá-la em forma renovada, com ampla sensibilidade bíblica e litúrgica. 

Estamos a descobrir que o corpo místico de Cristo, que é a Igreja, não pode nascer e desenvolver-se senão junto ao seu corpo real, que é a Eucaristia. 

A Eucaristia faz a Igreja mediante a contemplação. Estando calmos e silenciosos diante d’Ele, compreende-se melhor sua vontade, põem-se de lado nossos projetos para dar lugar aos de Cristo.

Fotossíntese eucarística: as folhas verdes absorvem certos elementos do ar que, sob a ação solar, são transformados em alimentos pra planta, que cresce e frutifica depois. As almas eucarísticas são como essas folhas verdes que ao contemplar o sol que é Cristo, fixam o alimento que é o próprio Espírito Santo em benefício de toda grande árvore que é a Igreja. (2Cor 3,18)


3. Eu olho para Ele e Ele olha para mim

Contemplação eucarística é dádiva de saber estabelecer um contato de coração a coração com Jesus na Hóstia e, através dele, elevar-se ao Pai no Espírito Santo. E tudo isso o mais possível, no silêncio exterior e interior.
O silêncio é o esposo predileto da contemplação. Ele a protege como o esposo a esposa... Contemplar é fixar-se intuitivamente na realidade divina (Deus, um seu atributo, um mistério da vida de Jesus). Na meditação procura-se a Verdade encontrada.

Contemplação:
- “Um olhar livre, penetrante e imóvel” (Hugo de S. Vítor).
- “Um olhar afetivo para com Deus” (S. Boaventura).

O camponês de Ars interrogado por S. João Maria Vianey contemplava muito bem: “Nada; eu olho para Ele e Ele olha para mim!” A contemplação de certas religiões orientais, como o Budismo, olham para o “nada”. Nós olhamos para Jesus.

A contemplação eucarística reduz-se por vezes a fazer companhia a Jesus, a ficar debaixo do seu olhar, dando-lhe a alegria de nos contemplar também. Ela não é, pois, impedida pela aridez, quer esta seja devida à nossa dissipação, quer seja permitida por Deus para nossa santificação. Basta dar-lhe um certo sentido, renunciando também à nossa satisfação resultante do fervor. Charles de Foucauld dizia: “A tua felicidade, Jesus, basta-me!” 

Por vezes a nossa adoração parece uma perda de tempo... Pelo contrário, que força e que testemunho de fé está encerrado nela! Jesus sabe que poderemos ir-nos embora e fazer centenas de outras coisas que nos gratificariam muito mais, ao passo que, ficando ali, queimamos o nosso tempo em pura perda. Quando não conseguimos rezar com a alma, podemos sempre rezar com o nosso corpo, e aquilo é rezar com o corpo (embora a alma não esteja ausente).

Contemplando a Eucaristia realiza-se a profecia: “Olharão para aquele que trespassaram” (Jo 19,37). Aliás, essa contemplação é ela mesma uma profecia, pois antecipa o que faremos para sempre no céu. No fim cessarão a consagração e a comunhão, mas não cessará a contemplação! É isto o que os santos já fazem no céu (Ap 5,1ss). Quando estamos diante do sacrário, nós formamos já um coro único com a Igreja do Céu, eles na visão e nós na fé.

Quando Moisés desceu do Sinai seu rosto resplandecia (Ex 34,29). Que o mesmo aconteça com a gente. Este será o dom mais belo que poderemos oferecer aos irmãos, mesmo que não o saibamos como Moisés também não sabia; e é bom que não saibamos que nosso rosto está resplandecente. 

A Eucaristia, nossa santificação. Cantalamessa, Raniero, Paulus, São Paulo, pp. 75-91 - Resumido por Pe. Marcos Oliveira 

Série: A Eucaristia, Nossa Santificação
Veja o artigo anterior!

Movimento Católico de Evangelização para reavivar e desenvolver a vida cristã-batismal na perspectiva do seguimento de Jesus Cristo.
Tema: "O Amor de Deus dá a Vida"
Pregação: Valdemar Neto
Palavra: João 3,13-21
"Sou todo Teu Senhor, és o meu Salvador, vem fazer morada em mim, quero te sentir, ser todo Teu"